Claudio Custódio solicita mais ações de prevenção contra o aedes aegypti em Mauá
O empresário Claudio Custódio pediu que a Prefeitura de Mauá
aumente a fiscalização e a inserção de campanhas de prevenção à dengue na
cidade. A solicitação se deve ao aumento no número de notificações suspeitas da
doença na cidade e no restante do estado. De acordo com dados da Vigilância
Epidemiológica divulgados pela BRK Ambiental, no primeiro semestre deste ano
foram registradas 479 notificações na cidade, sendo 67 casos confirmados.
Em comparação a 2022, o aumento é de 52% na quantidade de notificações de
registros suspeitos de dengue, porém com uma queda de 9,5% nos casos
confirmados.
Já no restante de São Paulo, entre janeiro e julho deste
ano, 11.440 casos confirmados de dengue o que, segundo apontam os dados do
Ministério da Saúde, representa um aumento de 3,7% dos números registrados no
mesmo período em 2022.
Para Custódio, o crescimento no número de casos suspeitos da
doença acende um alerta na população para tomar mais cuidados com relação a
proliferação do mosquito aedes aegypti – que além de transmitir dengue, também
é o vetor de outras doenças como a zika e a chikungunya – em suas residências.
Contudo, o empresário ressalta que o Poder Público também precisa buscar a
conscientização da população em relação a esse tema.
“A adoção de campanhas de conscientização da população com
relação a dengue, a outras doenças transmitidas pelo aedes aegypti, precisa
acontecer durante o ano todo, bem como a fiscalização de residências e outros
lugares que podem servir de criadouro para o mosquito. A dengue é uma doença
muito perigosa e que não deve ser desprezada”, afirmou.
O empreendedor ainda alertou a necessidade de melhorar questões
como infraestrutura, limpeza e saneamento básico em muitos bairros de Mauá para
evitar que nesses locais se formem criadouros do mosquito. “Ainda vemos pela
cidade muitos lugares com terrenos baldios onde pessoas descartam diversos
objetos, como pneus e outras coisas que acabam se tornando ambientes propícios
para o mosquito se reproduzir. Isso sem contar os córregos que precisam de
limpeza e os locais que ainda não dispõem de saneamento e que acabam tendo esse
mesmo problema. Por isso é necessário trabalhar ao máximo para melhorar essa
situação e evitar maiores problemas”, completou.




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